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Preços de imóveis caem pelo sexto mês consecutivo, aponta FipeZap

Postada em 11/09/2017 às 10:04:49

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Preços de imóveis caem pelo sexto mês consecutivo, aponta FipeZap
Rio de Janeiro: cidade continua sendo destaque entre as que registraram as maiores quedas de preço.

São Paulo - O preço dos imóveis no país caiu 0,5% de janeiro a agosto deste ano, segundo o Índice FipeZap. Os preços registram queda nominal pelo sexto mês consecutivo.Em agosto, o valor dos imóveis registrou queda de 0,12%, variação ligeiramente menor do que a verificada no mês anterior.


O índice acompanha a variação dos valores de apartamentos anunciados para venda em 20 cidades brasileiras.
Entre as cidades pesquisadas, 14 apresentaram queda nominal no preço de venda dos apartamentos no mês. As maiores reduções foram registradas no Distrito Federal (-0,58%), Rio de Janeiro (-0,53%) e Goiânia (-0,49%).


Variação do preço em agosto
Variação do preço em 2017
Preço médio do metro quadrado

Distrito Federal
-0,58%
-2,03%
R$ 8.297

Rio de Janeiro
-0,53%
-2,86%
R$ 9.975

Goiânia
-0,49%
0,14%
R$ 4.098

Fortaleza
-0,45%
-2,98%
R$ 6.059

Santos
-0,40%
0,55%
R$ 5.394

Santo André
-0,28%
0,07%
R$ 5.302

São Caetano do Sul
-0,25%
-1,42%
R$ 5.852

Vila Velha
-0,20%
1,42%
R$ 4.642

Porto Alegre
-0,16%
-0,39%
R$ 5.649

Salvador
-0,14%
-0,64%
R$ 5.034

São Bernardo do Campo
-0,11%
0,06%
R$ 4.871

Niterói
-0,10%
-2,59%
R$ 7.288

Campinas
-0,06%
-0,61%
R$ 5.557

Belo Horizonte
-0,06%
3,16%
R$ 6.375

Vitória
0,03%
-1,11%
R$ 5.687

Contagem
0,05%
-0,81%
R$ 3.530

Curitiba
0,17%
0,41%
R$ 5.684

São Paulo
0,18%
0,83%
R$ 8.696

Recife
0,46%
-1,93%
R$ 5.859

Florianópolis
0,66%
2,46%
R$ 6.729

Em agosto, o valor médio de venda dos imóveis residenciais nas 20 cidades monitoradas foi de R$7.643/m².Nos últimos 12 meses, o preço do metro quadrado manteve-se praticamente estável (-0,07%) no país, enquanto a inflação subiu 2,71% no período. Considerando este tempo, 11 das 20 cidades pesquisadas registraram queda de preços, entre elas Fortaleza (-3,24%), Rio de Janeiro (-2,94%) e o Distrito Federal (-2,75%).

 

 

Fonte: Revista EXAME

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